terça-feira, 12 de março de 2013

Da vida pós-formada, do mercado de trabalho e estágios


Eu descobri, nestes últimos dias, muita coisa sobre a vida e sobre a felicidade.
Às vezes você foca tanto uma área de sua vida, almeja o melhor para ela e consegue o que quer. Mas uma pontinha de infelicidade continua a bater dentro de você. Ter harmonia em todas as áreas da vida é um tanto quanto difícil e, muitas vezes, não depende só de você mesmo.
Eis que chega aquele momento. E para ser sincera, não sei por que, pensei que poderia ser diferente comigo, mas não foi. A faculdade acabou, a festa acabou e a necessidade bateu: hora de procurar emprego.
Você sonha, faz planos, conta os dias e as horas pro telefone tocar, pra caixa de e-mais piscar, pra sorte bater. Mas nada toca, nada pisca, nada bate, só bate mesmo a desesperança.
O que fazer com um mercado de trabalho que só prioriza a quantidade?
De que vale todo o esforço, todas as boas notas, o excelente desempenho, se o mercado não está preocupado com isso?
Experiência? Toda a experiência que um recém-formado pode ter em sua área vem de estágios. O que fazer se para os detentos do “poder”, estágio não quer dizer experiência? E experiência é ESSENCIAL para conseguir aquela tão desejada vaga. Então você se sente incapaz, inútil. Mesmo depois de todo esforço. Mesmo tendo levado todos os seus estágios a sério, como se fossem empregos.
Hipoteticamente, imagine se todas as pessoas que se formam não são mais contratadas por falta de experiência... Como estará o país daqui uns dez anos? Acho que um caos, não?
O que fazer a respeito disso?

Bem vindo à selva!

Fonte da imagem: blogassuntosdiversos.blogspot.com

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