Confiança é como bexiga.
Uma mísera bexiga murcha.
Você faz todo esforço com os pulmões, com os lábios e com as mãos, para enchê-la.
Você não desiste.
Se lhe escapa do controle, voa tudo.
Mas você a pega novamente.
Não mais nova. Há vestigios do uso.
Com toda persistência, recomeça a tarefa.
Uma agulha. Uma ponta.
A estoura.
Fim.



