sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Dia de cão
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Confiança
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Sobre a perfeição
Deixo-a para Deus.
Contento-me com o melhor.
Com meu melhor.
domingo, 1 de julho de 2012
Carta para meu cachorro
sábado, 16 de junho de 2012
Fucking reality
This is the fucking reality:
Gente interesseira pra caralho.
Lobos vestidos de enfermeiras.
Trotes que vem da prisão.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro!
Gente enganando gente.
Mentiras de amor.
Poligamia.
Banal.
Gente em pedacinhos.
Marchas.
Vingança.
E a vontade de quebrar o mindinho.
Esta penúltima, a vingança, só faz sentido quando é na pele.
Tudo isso em menos de 24 horas.
E o mundo gira, gira, gira.
Pessoas nascem, morrem, mas não voltam.
This is the fucking reality. E eu só precisava desabafar.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Quiçá...
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Relatório mensal
Falava-se algo mais ou menos como a forma de se expressar através da música, da poesia, da arte.
E então ele imaginou se ao invés de se expressar dessas formas, fizéssemos um Relatório do Mês.
Esse mês tive 20 dias felizes, 5 dias irritados e por aí vai...
Achei engraçado, e comecei a imaginar como seria o relatório do meu mês. E não é que foi bem fácil de relatar?
18 dias de aula
4 dias de francês
3 dias de orientação de TCC
3 reuniões de Estágio
4 segundas-feira de estágio obrigatório
2 Reuniões de Projeto de Pesquisa
3 Seminários
36 horas dedicadas ao meu Trabalho de Conclusão de Curso. (Será? Essa foi no chute!)
9 empréstimos na biblioteca, váriaaaas renovações.
38 banhos (?)
[Pausa pra respirar]
10 dias de academia
4 dias de namoro
2 dias de TPM
1 corte de cabelo
1 Show do Lobão
2 finais de semana vendo minha família
Várias malas feitas e refeitas
15 sachês de Chá verde
15 latinhas de cerveja
Alguns espetinhos,
5 filmes assistidos
Varias contas pra pagar,
Algumas Fast Foods...(ou várias?)
E, ah, já estava me esquecendo...
40 passes de busão. Ou mais. Minha Mercedes não me deixa descansar.
Triste vida sem a arte.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Belas são as rugas
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Olá, poesia!
domingo, 15 de abril de 2012
A véspera de aniversário
E entre tantos, especial.
Uma linguagem, uma comunicação.
Entendimento telepático.
Sem brigas.
Um telefonema.
Um plano de tatuagem.
Dois sanhaços azuis. Duas datas. Dois amores.
Risadas gostosas.
Corações unidos. Quentes. Juntos e separados.
Paz.
Era o que pediu a Deus uma hora antes na igreja.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Um pouco sobre o que move o seu ser...
O que move o seu ser?
Gás? Gasolina? Oxigênio?
Pernas, braços e panturrilhas?
Música, notas, melodias?
Dinheiro, sucesso, prestígio?
Sonhos...
Ahn, os sonhos. Belos. Grandes. Pequenos.
Sonhos...
segunda-feira, 12 de março de 2012
Ser mulher

Ser mulher é ser muralha.
É ser escada que ajuda os outros a subir.
É ser sorriso de manhã. À tarde e à noite.
É ser estresse uma vez por mês. É ser hormônio correndo nas veias.
É ser lembrança. É ser lágrima.
É ser verão.
Talvez inverno, outono, primavera e tempestade ao mesmo tempo.
É ser espera. É ser inquietação. É ser impaciência.
É ser jardim.
É ser combustível.
É ser detalhe.
É ser essência.
É ser insônia. É ser sensibilidade. É ser perfume.
É ser madura e ao mesmo tempo criança.
É saber fazer, é correr, ser amiga do tempo, fazendo-o esperar por mil coisas.
É chocolate. É doçura, ternura e prazer.
É ser um livro, ter uma história e ser uma grande atriz protagonista.
É ser maquiagem. Uma estrela da noite. Um salto alto.
É acordar natureza. É ser transparente. Uma havaiana.
É ser polvo. Papagaio e também ser pantera.
Para mim, mulher é sinônimo de um belo dicionário.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Considerações sobre o amor de Disneyano, o amor do século 21 e uma TPM
Aos treze, vieram as primeiras desilusões amorosas. “Como tudo é difícil pra mim” – Lamentava de madrugada aos ouvidos de uma confidente de sangue. E essa dificuldade foi presenciada por alguns anos.
Crescida, já na universidade, começam a jorrar de todos os cantos e mídias, histórias verídicas e muito próximas, as facetas do amor que contradizem tudo o que bombardeou a infância daquela garota. Começam as traições, a deslealdade, a mulher do século 21 que não deve ser submissa, nem dona de casa, mas independente. As mentiras, as separações e discórdias. Observa que pessoas já muito crescidas de seu convívio namoram, mas mantêm a distância de suas casas e de seus pertences. Modernice. Mas isso é bom ou ruim?
Mas por que estou escrevendo tudo isso agora? Porque ontem a noite, fui assaltada despreparada por uma TPM daquelas, que violentou a meu cofre de segurança e minhas lembranças das mais diversas. Aquelas que te fazem pensar em seu futuro, mas de uma maneira devastadora.
Como eu me livrei dela? Com um abraço cuja descrição sou incapaz de fazer, ou também porque não preciso fazê-la. Descobri que tê-lo em minha vida, por si só, basta. E assim sou feliz. Não importa o que já vi, vivi, ouvi sobre o amor. Importa é que quem manda nessa história que está sendo escrita aqui são duas pessoas e nada mais.


