terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novo, já!


Não,
Eu não agüento mais ficar doente.
Senta aqui pra gente conversar.
Sim,
O ano novo está chegando
Qual a cor da saúde, que a calcinha eu vou pintar.

Já tentei,
Já tenho amor, paixão e fé.
A banda começou e a nossa música nem tocou.
Vamos mudar, vamos mudar.
Ano novo, desta vez, por favor, sem perder o anel.

Ano novo,
Esqueça o lirismo dos bêbados.
Esqueça aquele novo que velho ficou.
Agora é você, e só.
Então sejas para mim, um refúgio, um mergulho, um salto para a vida.
Oh meu Deus,
Oh meu Deus,
Deixe-me acordar.
Ainda estamos na metade do queijo, vai demorar pra terminar.
A outra metade já roubada, não vai voltar.
Mas não sejas tolo,
Sempre resta uma metade.
Vou me lambuzar!
Faca, cadê você?
Não, não, não.
Não vou te ajudar.
Vai com tudo vai com a mão.
O sabor, melhor sentirá.

2 comentários:

  1. Taí, gostei. Muitas metáforas. Enriquece a poesia. =)
    Até abriu o apetite. heuheuhuehehe...

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  2. gostei do novo já e do comentário do cesar..hahahhaah

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