O pincel a bailar
Dava cor à saia da cigana,
Dava movimento aos seus braços
Dava vida ao palhaço.
O pincel,
Fazia o vai-vem das ondas do mar.
Mostrava ao vento a direção a tomar.
Brincava de azul, brincava de céu.
O meu pincel, violento e teimoso,
Passava horas, a pintar um moço
Ele era de vidro, era de linho.
Mas era meu.
Meu.
Colaborei, colega! haha
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