domingo, 2 de novembro de 2014

Bi, pluri

O quão difícil é para você tomar decisões, escolher caminhos? Quantas horas de preocupação são necessárias até o momento tão esperado e claro da decisão? Quanto custa despir a si mesmo e tentar enxergar o invisível? O esquecido, o acabado, o dono da voz que você calou sob algumas chaves dentro de si.
Dor. Dor de ansiedade e angustia.
Dor do caminho. Dor do que virá.
Há tantas escolhas a serem feitas, desde o deitar ou levantar. E quem dirá a escolha de ficar.

Amar a profissão. Amar o hábito, o tédio, o dia. Amar a companhia. Amar a tudo e ao mesmo tempo amar a si mesmo. Doce ilusão e a tentativa de não desistir. De ter tudo o que não se pode ter, juntamente. Ou pode. Alguns tem. Mas são só alguns. Os outros que sofram. Escolhas , dados e moedas. 

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