Sentada no banquinho, frente ao lago.
Escutava um som doce.
Parada. Estarrecida.
Não sabia se suas lágrimas escorriam, ou se sumiam.
Não era a única a chorar.
O céu chorou também.
As nuvens, fracas como ela. Porém, mágicas.
Apesar de tristes, libertavam gotas que dançavam.
Dançavam conforme a música.
Dançavam a dança de Marvin.
“Agora é só você, e não vai adiantar.
Chorar vai lhe fazer sofrer.’
E uma alma boa pergunta: Tá tudo bem?
E a mente acompanhou a dança, a chuva e a alma boa.
Então voltou para casa com um pedido desculpas.
“A vida é pra valer
E o meu destino eu sei de cor.”
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