Desce quatro rabos de galo.
Por favor, garçon, uma caneta e um papel.
Não percamos tempo, inspiração não cai do céu.
A noiva já chegou.
Gritos e alegria.
Não percamos o ritmo, não percamos a música.
Toca Raul.
Não percamos o lirismo dos bêbados.
O lirismo, o sorriso, o sentido.
A noite é apenas uma criança,
E nós... também!
Em busca de um escape, um canto, um manto
Para a lua que se vai.
Portanto, escrevemos.
Escrevemos ao mundo, o nosso mar.
Um giz, uma lousa, atores.
Um palco, um assalto, um ato.
A vergonha, deixemos de lado.
A hora é agora,
A hora de viver.
Viva!
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